Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2008

Poesia trovadoresca da nossa turma

 

O meu amigo vem cá

 

O meu amigo vem cá

   E o que vem ele fazer?

Ele para sempre me vai estimar

 

       O meu amigo vem ter comigo

E o que vão vocês fazer?

Ele para sempre me vai estimar

 

E o que vem ele fazer?

Não me vai fazer sofrer

Ele para sempre me vai estimar

 

 E o que vão vocês fazer?

Ele nunca me fará sofrer

Ele para sempre me vai estimar

 

                                                              Miguel Brito

 

 

Cantiga de Escárnio

  

Tu, que sempre quiseste ser louvado,

Serás hoje desonrado com

Este meu cantar

Que te deixará arrependido,

Com vontade de voltar

 

Traidor mentiroso, não

Sabes quem foste enganar,

Com tanto ódio que guardo

Só por erro te voltarei a amar

 

Roubaste a minha alma e

Partiste sem avisar, sozinha

Te quero encontrar para,

Sem piedade,

Te eliminar.

 

                                              Ana Margarida Rodrigues

 

 

Havia numa aldeia

Uma moça muito atrevida,

Tal moça não parava em casa

Pois só na noite se divertia.

 

Numa noite de verão

Tal moça chamada Maria

Além de só beber

Aos outros se fazia.

 

Quando a polícia a chamou

Aos agentes se desculpava,

Tais agentes se derretiam

Pois Maria a perna alçava.

                                                 

                                                    Ricardo Pedrosa

sinto-me: inspirado(a)
publicado por ESA às 23:42
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