Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Viagem à terra do nunca

 

Assim que me deito não adormeço
Mas sim acordo
E desperto para um novo começo
A criatividade encarrega-se de me por a bordo
Dá-me alguns mapas e orientações
Mas de repente surgem algumas tempestades
Muita chuva e diversas complicações
Não existem qualquer tipo de facilidades
É preciso remar contra o sono e a desinspiração
 Não controlar a força do vento
E deixares-te guiar pela intuição
A força da corrente dar-te há um novo alento
 
E apesar da perfeição não passar da ilusão do criativo
A que ter ambição
Pois esta é que te manterá vivo
Enquanto navegares nos rios e nos mares da vida

Nessa busca eterna pela terra prometida 

 

 

Luís Perdigão

publicado por ESA às 23:06
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